segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Caderno 4 _ Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico

Componentes: Equipe Pedagógica e Direção

Pauta

Proposta da Equipe Pedagógica:
  • Apresentação do gráfico de rendimento anual dos alunos por disciplina.
  • Reuniões com os responsáveis bimestralmente.
  • Trabalho de leitura entre as turmas e escrita com apresentações entre as turmas. ( Talento por um dia)
  • Projetos interdisciplinares, envolvendo todos os segmentos.
  • Culminância dos projetos entre os alunos.
  • Campeonato por série de diversas modalidades esportivas.
  • Reunião pedagógica quinzenal.
  • Organização da feira de ciências.
  • Trabalhos que serão desenvolvidos frente as datas comemorativas.
  • Organização das formaturas de 1º e 9º ano.
Direção:
  • Viabilidades.
  • Calendário Escolar.
  • Passeio.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Caderno 3 conselho Escolar e o respeito e a valorização do saber e da cultura do estudante e da comunidade. 06/12/2010.

Caderno 3 – Conselho Escolar e o respeito e a valorização do saber e da cultura do estudante e da comunidade. 06/12/2010.


A escola que queremos atualmente deixou de ser a mera instituição conteudista, autoritária em que o principal personagem seria o professor para por em evidência um novo agente central, o aluno, pois, este é o ator que deve atuar a todo o momento, devendo ser o grande transformador social, além de construir o seu saber.
O professor passa a ser animador, conduzindo sua clientela, e acabando de vez com a mentalidade de ser o dono do saber, para ser também aprendiz, havendo durante todo o processo parceria entre aluno/professor.
Cabe ao Conselho Escolar reforçar todo processo desta transformação, promovendo interesse do aluno, trabalhando com o que realmente está incutido no seu cotidiano social, dando oportunidade para que junto com a comunidade inserida achem o melhor caminho para esta mobilidade social, ele passa a ser o responsável pela melhoria de vida da sua realidade, o Conselho Escolar objetiva pela formação consciente dos cidadãos e críticos de seu papel social, todo esse processo de mudança só vai acontecer verdadeiramente se todos os envolvidos no processo ensino/aprendizagem, se conscientizarem da importância do seu envolvimento, durante toda etapa da construção desta nova realidade social.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Conselho Escolar Político-Pedagógica

Conselho Escolar Político-Pedagógica

 Cabe ao Conselho Escolar participar da elaboração do projeto político-pedagógica da Unidade Escolar, deliberar as normas internas e direcionar o andamento do cotidiano da mesma, promover sugestões para problemas apresentados pela comunidade escolar, acompanhar as práticas pedagógicas, avaliando o cumprimento das mesmas, participar de forma integrada, dos segmentos representativos da escola, promovendo a efetivação do processo democrático para a melhoria da qualidade educacional

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Conselhos Escolares

          Os conselhos Escolaressão órgãos colegiados compostos por representantes das comunidades escolares e locais, que tem como atribuição deliberar sobre as questões políticas-pedagógicas, administrativas , financeiras, no âmbito da escola.
          Cabe, também, analisar as ações a empreender e os meios a utilizar para o comprimento das finalidades da escola.
          A contribuição fundamental do Conselho Escolar é para a construção de uma cidadania participativa, tomamos como0 construção permanente e coletiva, veremos que os conselhos escolares são primordialmente, o sustentáculo de projetos-pedagógicos que permitem a definição dos rumos e das prioridades das escolas numa perspectiva emancipada, que realmente considera os interesses e as necessidades da maioria da sociedade.
          O projeto político-pedagógico elaborado apenas por especialistas, as vezes não consegue representar os anseios da comunidade escolar. Por isso, o processo de elaboração do projeto político-pedagógico deve ser coordenado e acompanhado pelos conselhos escolares.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Avaliação Institucional e de Aprendizagem

Temos consciência que a avaliação é parte integrante do processo ensino/aprendizagem e requer preparo técnico e grande capacidade de observação dos profissionais envolvidos, ela é um processo mediador na construção e se encontra intimamente relacionada à gestão da aprendizagem dos alunos. Na avaliação da aprendizagem, o professor não deve permitir das provas periódicas, sejam supervalorizadas em detrimento de suas observações diárias, de caráter diagnóstico  pois sabemos que estas são apenas um dos instrumentos de avaliação e o nosso educando não é um ser passivo que deverá ser avaliado em um só momento, a prova, é sim em todos os momentos da aprendizagem, inclusive fora do ambiente escolar. A avaliação de aprendizagem possibilita a tomada de decisão e a melhoria de qualidade de ensino, informando as ações em desenvolvimento e a necessidade de regulações constantes.
            A avaliação formal, que temos na maioria das escolas do pais, só objetivam mensurar notas como se o aluno fosse um objeto a ser medido de zero a dez, sendo muitas vezes responsável pelo fracasso, ocupando mesmo papel central nas relações que estabelecem entre se os profissionais da educação, alunos e pais. Avaliar tem seu objetivo maior a atribuir méritos ao nosso educando, é um processo  para aferição da qualidade do seu resultado, pois, bem aplicada, ela constitui uma operação indispensável em qualquer sistema escolar.
            Partindo do princípio básico que aprender é construir seu próprio conhecimento, e que a avaliação funciona como uns desenvolvimentos de competências interpessoal, vêem que alguns educadores não utilizam a avaliação corretamente, pois, quase nunca respeitam a comunidade na qual o aluno esta ligado e que os instrumentos de avaliação são apenas mensurados, saindo do objetivo maior, o ser humano.
            A escola tem que se colocar como o espaço onde se atuam sujeitos sócios culturais que se formam mutuamente através das relações sociais. É necessário que a escola se conscientize que ela é responsável a atender às necessidades das camadas populares, as grandes vitimas do modelo do nosso sistema, precisando de um novo referencial para   a constituição do processo avaliativo. Precisamos repensar a intervenção do educador, projeto curricular, da organização do trabalho e da importância da formação e das identidades e dos valores pessoais, abolindo o sistema de notas, trazendo à átona o valor dos aspectos globais do processo ensino-aprendizagem, constituindo num processo investigador e formativo do qual todos os envolvidos participam ativamente.
            Assim como todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem o gestor escolar precisa compreender as dimensões que a avaliação assumiu nas propostas educacionais, a organização da escola é de todos os envolvidos é cada vez mais direcionada a mecanismos de avaliação internos e externos à escola, o gestor da educação, tem que se envolver, a todo o momento, não podemos virar as costas a esta nova proposta, e é essa compreensão que torna-se fundamental para que sua atuação no contexto possa contribuir para a formação de uma escola autônoma, atendendo ao condicionante socioculturais, políticas e econômicos que a produz.
            Sendo a avaliação institucional um importante instrumento de auto-avaliação da escola, podendo tornar a gestão da escola mais transparente, integrada, comprometida com a melhoria da qualidade do ensino e da educação e consequentemente com todos os integrantes no processo ensino-aprendizagem.
           

terça-feira, 12 de outubro de 2010

"Indicadores da qualidade na Educação".


Curso de Gestão Escolar: realidade democrática
Aluna: Vera Lúcia Cardoso

Faça um diagnóstico sobre a qualidade da educação da escola em que você atua, ou na escola mais próxima da sua casa. Para isso, utilize o roteiro e as explicações detalhadas que se encontram no texto “Indicadores  da qualidade na Educação”,  que consta no CD. Esta atividade deve ser postada em seu blog na data estipulada.

Quando falamos em diagnóstico sobre a qualidade da educação, pensamos logo em análise, porém só podemos analisar algo se pudermos encontrar o que estamos analisando. Por esta razão quando dizemos que estamos fazendo um diagnóstico temos que saber o que estamos diagnosticando.
Quando pensamos em problemas de aprendizagem vem a nossa mente facetas que podem compor tal problema; de que ordem é este problema? Da família? Da escola? Da criança? Da sociedade? De todos os fatores associados?
Temos que olhar crítico, buscando respostas para a pergunta: Por que estas crianças não aprendem? O que está as impedindo de progredirem?
Vimos à necessidade de dar atenção especial às queixas trazidas pelos pais, pelos próprios alunos, pra que juntos pudéssemos, transformar a realidade inserida. Sentimos necessidade de diferenciar o que é novo e o que é velho, criando assim uma terceira produção, a nova produção.
A partir do momento que estamos dirigindo a alguém que veio a nossa procura, já não conseguimos mais ouvir somente, buscamos sentido naquilo que ouvimos. Buscamos o sentido da queixa, nos questionamos: Por que esta mãe vem buscar ajuda agora? O que esta acontecendo com esta família? E assim poderemos pensar em inúmera questões que vem a nossa mente sempre que iniciamos uma nova história. E temos que questionar a cada fala desta mãe, deste indivíduo e temos que suportar não ter respostas para estas perguntas. Temos que aprender a suportar dúvidas.
Não devemos apenas rotular e não visar os aspectos negativos. Sempre que vamos fazer um diagnóstico sobre a qualidade da educação que nos propomos, temos que conhecer a pessoa por inteiro, tem que verificar como ela aprende, e não verificar o que já sabe ou aquilo que ela não sabe, isto a escola ou a família já sabe, nós temos que questionar o como é não só o que ela aprende.
O objetivo não é classificar o indevíduo, ou rotulá-lo tantos rótulos que por aí existem, mas sim verificar como o ensino-aprendizagem está aprendendo e o que está dificultando o desenvolvimento de suas potencialidades. Temos que pensar o aluno como alguém capaz que vive um contexto familiar, escolar e social específico e de que maneira vivencia estes espaços de forma diferente, só assim poderemos ajudá-lo a ser autor e não só ator de sua própria história.
O objetivo maior de todos os profissionais que participam do processo de ensino-aprendizagem na escola em que atuo é de desenvolver o trabalho em prol a formação contínua do educando, tentando prepara-lo para a vida familiar  e social pois, temos em mente que o foco maior não é as notas bimestrais, porque sabemos que o aluno não está no contexto para ser mensurado em uma escola de zero a dez e sim, conscientizá-lo que ele é o grande transformador de sua sociedade, para isso toda equipe, em parceria, busca a qualidade da educação, buscando sempre uma escola eficaz, em envolvimento permanente com a comunidade e temos também em mente a questão de quem ensina também aprende e quem aprende também ensina.
Sabemos que ainda temos que enfrentar uma grande batalha para conseguirmos alcançar a tão sonhada escola de qualidade, pois, a todo momento esbarramos com vários tipos de problemas, na busca de aprendizagem  mais significativa, nem sempre a comunidade aceita esta forma mais real de executar o trabalho, almejando uma escola mais conteudista, tal como era em outras épocas, essa mudança no currículo nem sempre é entendida pelos pais, que nos “apedrejam” com questionamento e críticas negativas.
Outro aspecto que quero salientar é a formação e atualização do docente que às vezes reluta em buscar novos aperfeiçoamentos.
A comunidade a qual a escola está inserida também por situações sócio econômica, afetiva, baixo alta-estima e até mesmo cultural, também contribui em dificultar a elaboração e execução de um trabalho pedagógico mais eficiente, pois sentimos necessidade do envolvimento aluno, escola, pais, de uma participação ativa, o que sempre são de fundamental importância para produção de uma escola de qualidade, pois os trabalhadores em educação precisam a todo o momento deste envolvimento, para poder apresentar resultados positivos em  termo de aprendizagem.
Buscamos ter nosso aluno como foco central do sistema educativo, levando uma aprendizagem mais significativa, pois, detectamos a necessidade de produzir uma educação de qualidade voltada para o uso diário do nosso aluno, transformando a sua realidade.
Senti a necessidade de uma gestão, no que diz respeito aos projetos educacionais, uma administração flexível e autônoma buscando métodos novos de ensino para uma aprendizagem ativa, maior atenção a formação dos professores e uma atenção ao controle de avaliação para a tomada de decisões no campo educativo levando o aluno a ajustá-se continuamente.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

AS POLÍTICAS PÚBLICAS NO CONTEXTO DA GESTÃO ( CURRÍCULO)

                     '' O currículo é o conjunto de conteúdos escolarea e das páticas formativas- sasberes, competências, valores, virtudes - trabalhos pela escola e pelos professores de modo específicos ou explicito, por meio  de práticas pedagógicas e docentes."  ( Libâneo, 2004 ).
                     Nesta perspectiva podesmos observar que o currículo se realiza na escola como resultado das interações contínuas de saberes e fazeres dos diversos atores nos variados sinais tornando o currículo concreto em relação toda a ação e interações que cerca o ambiente escolar. Este vai sendo tecido no cotidiano e rompendo os muros que separam a escola do mundo e permitindo a entrada do universo cultural dos alunos e alunas, e de suas diferenças, permitindo perceber toda riquesa do que só a escola pode fazser. Porque é na escola que se encontram estes coletivos tão diferentes, de faixa etária diferente, de classes sociais diferentes, experiências e vivências diferentes, de desejos diferentes se de possibilidadses diferentes.
                     A constante melhoria do sistema de ensino es da escola é um objetivo pserseguido pela educação. A sociesdasde, organizada em instituições públicas e privadas, identifica  a relevância  da administração como um meio para atingir os objestivos, avaliar processos e resultados , ajustar-se as demandas.
                    Em nossa unidade de ensino recebemos da Secretaria de Educação a Matriz Currícular com a organização dos conteúdos, a partisr dessa matriz desenvolvemos o nosso trabalho estabelecendo compromisso com a Educação, procurando sempre pensar e repensar nossa prática escolar e os contúdos trabalhados.
                    Vale ressaltar que o currículo da escola básica - ensino fundamental e médio tem parâmetros legais, reforsmulados no final dos anos 90, e pedagógicos.
                    Os parâmetros legais do currículo do ensino fundamental encontram na resolução nº 2/98 do Conselho Nacional de Educação (CNE) uma de suas principais referências normativas. Nessa resolução observam-se, de modo especial os "temas de vida cidadã", numa perspectiva de contextualização e interdisciplinaridade, que são princípios da nova proposta curricular.
                  

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O PAPEL DO COLEGIADO

                 Infelizmente ainda não possuimos um Colegiado Escolar, estamos trabalhando para isto.
Procuramos dentro da Gestão Pedagógica de nosssa Unidade Escolar priorizar o trabalho participativo onde todos possam participar da tomada de decisões tanto no aspecto pedagógico como nos aspectos administrativos  e financeiros, objetivando alcançar as metas estabelecidas no nosso PPP.
                A proposta é que todos atuem de forma colaborativa na perspectiva de desenvolver uma ação dialógica, participativa e organizada que vise o aprendizado do aluno, como um Ser Humano integrado com a sociedade, ou seja, um cidadão.
                Encontramos dificuldades na participação das famílias da comunidade, pois ainda é muito pouco, eles tem dificuldades em se expressarem e se colocarem.
                Acreditamos que através das intervenções professor-aluno, aluno-aluno, professor-equipe pedagógica, escola-família, escola-secretaria de educação... Vamos aos poucos em busca da tentativa de transformar o espaço educativo, onde procuramos estar abertos para a opinião de todos e assim buscando fortalecer a Gestão Democrática.

             

terça-feira, 14 de setembro de 2010

3ª Atividade Presencial (O direito a educação: um campo de atuação...)

O direito a educação está garantido na Constituição Federal, Há um percentual de imposto destinados a Educação.
A desigualdade social é gritante em termos de recursos financeiros que define
a classe social. A igualdade de condições deveria ser regra, porém na realidade o que vemos é a descriminação independente de classe social, o aluno deveria ser tratado com respeito.
Cabe ao gestor promover reuniões com a comunidade escolar para toda e quaisquer decisão a ser tomada inclusive com participação na construção do PPP, e em outro assuntos referentes a Unidade Escolar.
Com a participação de todos envolvidos no Processo Educacional a escola terá o tão sonhada Gestão Democrática.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Gestão Democática Escolar

                    A Gestão Democrática deverá ter a participação de toda a Comunidade Escolar, com a opinião e participação em todo o Processo Educacional. Na construção do PPP, na verba da Unidade Executora, no Conselho Escolar, etc.
                    Qualquer decisão e ação tomada ou implantada na Escola tem que ser de conhecimento de todos.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O primeiro dia de aula

A aula de hoje foi muito boa, pois aprendi a fazer o Blog.
UFA!!!!!!!
SOCORRO!!!!!

Quem sou eu?

Eu sou a professora Vera Lúcia Cardoso, trabalho na Escola Municipal Governador Roberto Silveira na função de diretora.
Trabalho na Rede Municipal desde 1989, e aproximadamente sete anos estou dirigindo a Escola Municipal Governador Roberto Silveira, onde iniciei a minha carreira de professora.
Sou formada em Matemática, mas não atuo nesta área, pois o que gosto mesmo é de dar aula para os baixinhos.